Dresden – Alemanha

Dresden quase ficou fora do meu roteiro, mas felizmente acabou dando tempo de visitar essa cidade linda!

Saímos de Leipzig de trem, já que comprando o bilhete da saxônia e dividindo por 2 saía praticamente o mesmo preço do ônibus, e tinha mais variedade de horários (além de ser um pouco mais rápido). Saltamos na estação principal que fica na Altstadt e fomos procurar uma câmera descartável, já que a minha descarregou e eu consegui esquecer o celular em casa. Mas acabei amando as fotos, então valeu a pena mudar um pouquinho! 😀

(Essa foto da estação foi tirada em outro dia, mas quis postar mesmo assim.)

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Depois de finalmente achar uma câmera fomos caminhar e encontramos um sorvete de cactus no caminho, achei curioso. Não me lembro direito do gosto, mas acho que era bom.

Acredito que a parte antiga da cidade seja o canto com maior concentração de construções lindas uma do lado da outra do mundo. É só dar meia dúzia de passos para se apaixonar de novo e de novo!

Começamos pela famosa Frauenkirche (Igreja de Nossa Senhora) que tem 91 metros de altura! Ela foi destruída durante a 2a Guerra Mundial, e sua recontrução foi finalizada a 10 anos atrás.

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Depois eu achei que teria que procurar o famoso painel de porcelana. Mas ele é realmente enorme, e foi só seguir reto para encontrá-lo.

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(O blog “Alemanha! Por que não?” conta um pouco sobre esse famoso trabalho!)

Depois do painel eu percebi que é oficial: Dresden não se cansa de ser linda!
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Cruzamos a ponte que liga a Altstadt a Neustadt (parte antiga a parte nova da cidade) e passamos pela Blockhaus e pelo Japanisches Palais.

Olha a ponte ali atrás!

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Vários sinais da Alemanha têm o famoso Ampelmann, que é o bonequinho da sinalização (tem até loja dele). E em Dresden eu encontrei a Ampelfrau, a bonequinha dos sinais!! Fiquei muito feliz, sério. Muito amor.

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A missão da vez era encontrar a Kunsthofpassage, então fomos parar na parte hippie-alternativa da cidade, cheia de pinturas e cores. Um fato engraçado é que quando estavamos andando na Neustadt uma senhorinha veio nos perguntar se estávamos perdidos, porque a parte bonita da cidade era do outro lado! haha

Mas eu amei esse lado tanto quanto o outro!

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E encontramos!!

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Essa é a parede que toca música quando chove, a em frente é amarela cheia de refletores de luz, e as outras também são trabalhadas artisticamente. Mas eu acabei gostando mais do lugar do que das paredes em si! Ele tem várias lojinhas e um café com bebidas geladas super gostosas. Claro que eu só lembrei de tirar foto quando já tinhamos bebido. Mas tava um calor do cão, então dá pra ter um desconto. 😀

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E esse ursão lindo na porta de uma loja de doces?

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Seguimos nesse lado da cidade até a Pfund Molkerei, uma leiteria conhecida por ser a mais bonita do mundo. Quando chegamos ela tinha acabado de fechar, mas deu pra ver que o interior é bonito mesmo.

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Pegamos um tram (a cidade é pequena mas turistar cansa!) para voltar para a Altstadt e terminar o dia.

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E finalmente chegamos no Palácio Zwinger!

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Não deu pra ver tudo em um dia, mas vimos bastante coisa. Se sobrar um tempinho no roteiro, vale a pena visitar Dresden com certeza!

PS: Não importa se está quente de manhã, lá sempre vai fazer frio durante a noite. Leve um casaquinho.

Até mais!

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6 Filmes para Viajar

Para quem quer viajar sem sair de casa!

1. A Vida Secreta de Walter Mitty

Walter Mitty vive uma vida sem graça, e frequentemente sonha acordado com várias aventuras. Um dia ele se vê obrigado a fazer uma viagem cheia de ação, passando pela Groenlandia, Islândia e Afeganistão,  A história é linda, e as paisagens são apaixonantes. Ah, e não gostar do Ben Stiller não é desculpa para não ver o filme! Ele está maravilhoso nesse papel!

2. Hannibal (2001)

O longa de 2001 é uma continuação de O Silêncio dos Inocentes, que mostra Hannibal voltando a ativa. Se o seu estômago aguentar, dá até pra dar uma voltinha por Florença!

3. Meia-noite em Paris

Meu filme predileto do Woody Allen! Um escritor, ao andar pelas ruas de Paris ao anoitecer, acaba encontrando com Ernest Hemingway, Salvador Dalí, Gertrude Stein, e outras personalidades. O filme é muito gostoso, e além de conhecer Paris, ainda dá pra dar uma viajada no tempo. 🙂

4. Wild

Depois de viver uma vida repleta de erros, Cheryl decide fazer a Pacific Crest Trail, uma trilha pela costa oeste dos Estados Unidos, que vai da sua fronteira com o México até a fronteira com o Canadá. Não é exatamente um dos meus filmes prediletos, mas a história é forte, e os lugares são de tirar o fôlego.

5. Velozes e Furiosos: Desafio em Tóquio

Na minha opinião, o melhor dos Velozes e Furiosos! Veja jovens fazendo drift e lidando com mafiosos.

6. Babel

Não é exatamente um filme tranquilo, mas é super interessante. São várias histórias que se passam em lugares diferentes com um ponto que as conecta.

 

Lembrou de outros filmes?
Deixa a sugestão aqui nos comentários!

Lisboa – Portugal (Parte 1)

Já deu pra perceber que Lisboa é um dos destinos prediletos aqui no blog. A babi já fez outros 3 posts sobre lá, mas sempre tem um pouco mais para falar dessa cidade lindaaaaa! E agora é a minha vez de opinar e dar dicas! 🙂

Lisboa é um pouquinho do centro do Rio com as ladeiras de Minas e ruas bem mais amplas! É impossível não se sentir em casa com as pedras portuguesas e sua língua mãe em todos os cantos.

Eu cheguei em Lisboa lá pelas 21h, mas já fui arrastada pra sair. Ir do aeroporto para o centro da cidade é muito fácil, já que o metrô (em pt de Portugal “métro”) tem uma estação lá mesmo.

A vida noturna de Lisboa é muito intensa, e cheia de festas do Erasmus (programa de intercambio europeu). É só procurar um pouquinho que já se encontra um lugar pra sair! Resolvemos ir em uma boate chamada Urban Beach, mas chegando lá os seguranças encrencaram com o coque samurai de um dos meninos e resolveram que não estava de acordo com as normas da boate (mas gente, wtf). Apesar disso logo arrumamos outro lugar pra sair, não falta opção! E taxi lá é baratinho, dividindo sai o mesmo preço de ônibus.

No dia seguinte fui dar uma voltinha por Sintra para conhecer os arredores e o Palácio da Pena, que a babi já fez até post! É lindo demais!

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Na volta para Lisboa também conheci a Boca do Inferno, no litoral.

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O roteiro por Lisboa mesmo foi minha amiga intercambista que fez especialmente para mim! ❤

Começamos andando do shopping El Corte Inglés até o Jardim Eduardo VII, e de lá para a Praça do Marquês de Pombal e Avenida da Liberdade.

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Depois de tirar fotos com o bondinho, seguimos para estação do Rossio (uma das mais lindas da vida) e fomos comer um arroz e feijão com guaraná na rua ao lado. ❤

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Logo em frente a essa estação está a Praça do Rossio, que estava toda lilás!

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Ali perto, na Rua da Betesga, fica a Confeitaria Nacional, onde comi A MELHOR TORTA DE LIMÃO DO MUNDO. E olha que já provei várias por aí! Aliás, fazer dieta em Portugal é uma missão quase impossível!

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Nosso último destino foi a Praça do Comércio!

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E para encerrar o dia, uma limonada com hortelã nas margens do Rio Tejo!
(Encerrar?? Com esse sol?)

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O resto da viagem vem em outro post porque ainda falta muuuuita coisa!
Até mais!

Londres – Inglaterra

Londres foi sem dúvidas a minha cidade predileta da viagem!!! Não esperava gostar tanto, mas ao andar pelas ruas fui me apaixonando perdidamente. As atrações de lá são realmente interessantes, a cidade é linda, e eu ❤ ❤ ❤ sotaque britânico. Não tive como não me apaixonar!

Saí de Brighton de trem (aprox. 1h20 de viagem) e fui logo conhecer o London Eye e a Westminster Bridge, para ver o parlamento.

Como ia mudar de lugar toda hora comprei logo o ticket de dia inteiro do underground. Mas gente, como venta nesse metrô!

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Foto clássica feita, hora de seguir para depois da ponte!

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Passamos pelo St. James Park até chegar no Buckingham Palace, o famoso palácio onde acontece a troca da guarda! Mas não chegamos a assistir porque é preciso ir em um determinado horário.

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(Nessa foto de cima já dá pra ver uma pontinha do palácio!)

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De lá seguimos para Covent Garden andando até Piccadilly Circus, e me arrependo muito muito de não ter tirado fotos! Mas é por lá que rolam os musicais, então fomos até o teatro onde estava passando Les Miserables e conseguimos comprar um ingresso para o mesmo dia que não foi absurdamente caro (45 libras)!

Resolvemos caminhar por lá mesmo até dar a hora, então vimos umas lojas, tomamos um chá no Costa (exatamente em frente) e voltamos para o teatro.

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Eu choro horrores todas as vezes que vejo o filme, então não podia esperar nada diferente do musical. É claro que chorei do momento que abriram as cortinas até o final. Mas apesar de ter amado confesso que ainda assim prefiro o filme.

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No dia seguinte saí para conhecer a Tower of London.

Eu gostei de andar por lá, mas não dei muita bola para as atrações. Uma das mais famosas é a das jóias da coroa, mas como eu não sou muito de jóias também não liguei. Gostei mais de ver o vídeo da coroação da Rainha Elizabeth II novinha!

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Da Tower of London já da pra ver a London Bridge!

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—- de outro ângulo —-

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Depois fomos para Camden Town (eu definiria como uma Uruguaiana Punk), onde comprei meu óculos lindo de 15 libras (RIP) e almoçamos numa feira que tem comidas de vários cantos do mundo!

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(Paradinha obrigatória na Urban!)

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Fomos para Oxford Street passar na Primark gigante porque eu precisava comprar outra mala e ficamos andando por aí, até entrar na Foyles, uma livraria enorme com vários andares que é de enlouquecer!!! É um must para os amantes de livros!!

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Caminhamos até Trafalgar Square, e descobrimos que estava tendo um evento pelo dia de São Jorge. Tinham comidas, músicas/shows para crianças, e brincadeiras como acertar a argola na lança no cavalheiro.

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Foi então que fizemos a primeira decisão ruim da viagem: Resolvemos ir assistir um filme na Leicester Square, e o melhor horário era para The Last Five Years, um musical com a Anna Kendrick. Mas o filme era TÃO ruim que não aguentamos 30 minutos e fomos embora.

Choramos pelas libras jogadas no lixo e fomos jantar no Food for Thought, um restaurante vegetariano super gostoso em Covent Garden (parece que o restaurante vai fechar as portas dia 21 desse mês, então quem ficar curioso corre logo!).

Depois disso tive que começar a resolver como eu iria embora, já que o metrô só iria abrir depois das 7h e eu tinha que estar no aeroporto lá pelas 8h. Comprei o Oyster Card e carreguei (nem sempre dá pra comprar com o motorista) e fui descobrir qual ônibus pegar para a Victoria Station (e onde pegar!). Por sorte tinha um ponto do lado de onde eu estava hospedada, e o ônibus passava de 15 em 15 min.

Então fui cochilar e acordei 4 horas da manhã para pegar o ônibus até a estação de trem, peguei o trem até o aeroporto, voei até Berlim, peguei o metrô para ir até outra estação de trem, e finalmente peguei o trem até Leipzig, onde eu ficaria de vez. Uma super maratona! E tudo pra chegar a tempo de ver a minha amiga dançar!

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Foi uma pena ter ficado só 2 dias em Londres, mas mesmo assim valeu a pena. London merece uma visita nem que seja por um diazinho!

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Fiquem ligados no blog para viajar com a gente! 🙂

Brighton – Inglaterra

Antes de começar a falar dessa gracinha de cidade preciso contar sobre a aventura que foi chegar lá.

Peguei um trem da Antuérpia (Bélgica) para Bruxelas no início da tarde com a minha amiga que tinha um voo para o Rio saindo de lá, e meu ônibus saíria para Londres às 23h15. Deixei minhas coisas no locker da estação e fui dar uma conferida no Grand Place, que era ali do lado, e que lugar lindo!

Mas fiquei só um pouquinho, e descobri que tinha que mudar de estação ali em Bruxelas porque o ônibus saíria de outro lugar. Então lá fui eu almoçar, caçar wifi e enrolar até dar a hora de pegar o ônibus. Vai caindo a noite e a estação vai ficando vazia, as lojas vão fechando e sempre tem uns mendigos e tal por aí. Fui ficar na saída perto da rua que meu ônibus saía e procurar a companhia de pessoas.

Finalmente chegou a hora e percebi que tinham só umas 8 pessoas no ônibus, sendo 2 deles uma americana e um americano super simpáticos que logo vieram puxar papo. O ônibus tinha banheiro e um wifi que não era lá grandes coisa mas dava pra dar sinal de vida. Seriam 7 horas de viagem até Londres, então aproveitei o ônibus vazio para deitar e dormir. O problema é que não dá para dormir a viagem toda porque como mudamos de país tem todo aquele processo de entrarem no ônibus às 3 horas da manhã para conferir passaporte, sair do ônibus na França com as malas para passar no raio-x  (frioooooooo) e depois chegando no Canal da Mancha tempos que fazer a imigração para o Reino Unido, dizendo onde vamos ficar, quando voltamos, o que vamos fazer lá, mostrar passaporte, preencher papel, etc. A moça que me atendeu foi mega simpática, mas todos os outros fiscais iam tirar dúvidas com ela, então demorou horrores e fui a última a sair da salinha. Claro que o ônibus QUASE me deixou só com o passaporte na fronteira, mas por sorte a americana que eu tinha conversado percebeu que eu não tinha chegado e fez o ônibus me esperar. Lição do dia: Sejam sociáveis no ônibus!!!

Depois disso o ônibus entrou num trem de carga que cruza o Canal da Mancha por debaixo d’água, mas preciso admitir que não é tão emocionante e nem dá pra ver os peixinhos nadando. Só vemos as paredes do trem por um tempo mesmo e é isso! hahaha

Então depois de algumas horas finalmente cheguei em Londres lá pras 4/5 horas da manhã e percebo que estava levemente ferrada porque as ruas estavam vazias e eu não sabia chegar na Victoria Station. Para minha sorte, olhem só: o americano que estava no ônibus foi para a Inglaterra sem nem hotel reservado porque o transporte público de Bruxelas ia entrar em greve e ele não ia ter como sair de lá, e nem conseguiu hotel para ficar por lá. Então entrou no primeiro ônibus que conseguiu e veio parar em Londres comigo. Como estava tudo fechado ele veio andando comigo até a estação que afinal nem era longe, e ficou esperando comigo a casa de câmbio abrir para eu poder comprar libras para comprar o bilhete para Brighton (devia ter trocado antes de sair de Bruxelas, lição aprendida). Como a Victoria Station de madrugada fica vazia e cheia de pessoas estranhas, eu agradeci muito de ter uma pessoa comigo, que até me pagou um café giga para me deixar acordada até chegar no meu destino final.

Aliás, curiosidade: ele é um médico que viaja por aí e mora em um trailer nos EUA!

Finalmente depois das 6 horas da manhã consegui resolver tudo e pegar o trem. Para minha alegria deu tudo certo e cheguei no lugar que ficaria. Não sei se foi o café, a adrenalina ou animação, mas arranjei energia para começar a explorar a cidade de manhã mesmo!

Agora sim, FOTOS!

Comprei um bilhete de dia inteiro com o motorista do ônibus e comecei a turistagem visitando o famoso Royal Pavilion. Essa antiga residencia real, que pertenceu a George IV, já foi usada como hospital para feridos durante a 1a Guerra Mundial (inclusive existe uma pequena exposição sobre) e hoje é possível visitar e também alugar para casamentos e banquetes!

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Fonte: http://upload.wikimedia.org/wikipedia/commons/6/62/Brighton_-_Royal_Pavilion_Panorama.jpg

Se o exterior já é de tirar o fôlego, o interior não deixa nada a desejar. George IV era louco pela arte chinesa e ilusões de óptica, então os cômodos são super coloridos e extravagantes, com pinturas espetaculares. Achei a entrada um pouco cara, 11,50 libras para adultos e 9,50 para estudante, mas não fiquei decepcionada.

O jardim na parte de dentro também é lindo! (Também fiquei louca com a lojinha!!!)

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Depois fui andar pela cidade e conhecer as Lanes e o litoral.

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A primeira coisa que me veio à cabeça ao visitar as Lanes foi BECO DIAGONAL!
Impossível não relacionar essas ruas estreitinhas cheias de lojas a um dos lugares mais legais da literatura.

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Town Hall de Brighton!

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E o litoral ❤

Dei sorte de pegar dois dias de tempo lindo na Inglaterra!

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E é claro que tinha que comer meu primeiro Fish and Chips totalmente british!

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No dia seguinte seguinte foi a vez de explorar a Marina e o Píer.

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A marina tem uma calçada da fama com atletas, ABBA, The Who, Lewis Carroll e até George IV!

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E chegando no Píer…

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Pertinho tem o aquário de Brighton!

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Ali eu comi um dos melhores crepes da vida, mas o que tinha de gostoso tinha de difícil!!crepeIMG_6354IMG_6356

E chegando no fim do píer ficam as atrações! Me diverti horrores e não queria ir embora! hahaha

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(Vista da atração Mouse Trap).

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Adorei conhecer essa cidade super descontraída e lindinha!

Antuérpia – Bélgica

A segunda maior cidade da Bélgica foi o último destino que eu e Maria visitamos juntas. Como já tínhamos visitado vários museus nas outras cidade confesso que eu não estava muito animada para visitar mais museus (apesar de ter uma lista enorme) e nosso roteiro já estava ficando meio defasado. Além disso estávamos exaustas, então nossos programas foram mais andar pela cidade e turistar com calma. Não tem jeito, em algum ponto do mochilão é preciso admitir o cansaço e tirar pelo menos um dia para recuperar as energias. E foi isso que aconteceu quando chegamos na Antuérpia: Deixamos as malas no Hotel Postiljon  que encontramos no hostels.com, almoçamos no italiano Da Giovanni que vinha muuuita comida e não era caro e dormimos até o dia seguinte. Derrota total!

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Só realmente começamos a explorar a cidade no dia seguinte, mas eu já estava apaixonada. A Antuérpia é uma das cidades mais lindas que eu já vi, e o clima é delicioso. Nosso hotel ficava exatamente ao lado da Catedral mais importante de lá: a Catedral de Nossa Senhora, que por sinal fica ao lado do Grote Markt, outra atração turística lindíssima. A única parte ruim dessa localização era ter que escutar os sinos da catedral o tempo todo, mas acho que no fim já tinha até me acostumado.

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Para vocês terem ideia de quão perto da catedral o hotel era, essas são as fotos que eu tirei da janela do meu quarto.

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E olha como o Grote Markt é lindo!

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Essa estátua no centro da praça conta a história da origem do nome da cidade. Conta-se a lenda que existiu um gigante chamado Antigoon que cobrava vários impostos das pessoas que queriam cruzar o rio, e se elas não pagassem ele cortava a mão do infeliz e jogava no rio. Até que o heroi da cidade (Brabo) finalmente derrotou o gigante, e para manter a tradição jogou sua mão no rio. Então aparentemente Antwerpen significa jogar a mão no rio. Curiosidades inúteis nunca são demais, certo?

Depois de visitar esses dois grandes pontos fomos andar por aí sem rumo e procurar um lugar para tomar café. Como era domingo foi um pouco difícil, mas encontramos um lugar super gracinha perto da estátua de netuno que eu infelizmente não anotei o nome.

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Esse “castelo” das fotos abaixo na verdade é o famoso forte Het Steen, que é muito gracinha e tem uma vista linda!

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Depois de caminhar por aí peguei o metrô para a estação de trem, já que não encontrei nenhuma casa de câmbio nos outros arredores e a Maria foi para o museu da moda que, segundo ela, não era muito grande mas estava com um acervo fantástico.

Aproveitei para tirar foto dessa estação maravilhosa.

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Nos seus arredores ficam o jardim zoológico e a China Town, que eu não tirei foto porque não achei nada demais.

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No dia seguinte demos um pulinho na Meir (já falo mais sobre!) e fomos no Middelheim, um museu de esculturas a céu aberto. Eu sinceramente não dou muita bola para esculturas, então acabei só indo porque a Maria deu a ideia de fazermos um piquenique.

Ele é mais ou menos longinho, tipo uns 20/30 minutos de ônibus (longe sempre depende do referencial!). então fomos para uma estação de ônibus perto da estação de trem e conseguimos descobrir qual ônibus pegar. É bom olhar o número direitinho e se possível descobrir em qual ponto pegar, já que tem váarias paradas de ônibus por ali.

O museu acabou sendo legalzinho, mas ele é enoooorme e as estátuas ficam super espalhadas, então também achei meio cansativo, apesar de ter que admitir que o lugar é bem bonito.

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E essa gracinha de mini estátua?!!

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Mas aparentemente a Maria curtiu bastante o museu!

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Mais tarde fomos em um bar todo coberto por plantas e cheio de santos por dentro tomar cerveja (ele fica do lado esquerdo da catedral) e depois fomos caminhar e passamos no MAS- Museum am Stroom, que tem uma vista de 360° da cidade no terraço!

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Para jantar paramos no De Tapas, um restaurante de tapas espanhóis show de bola.

Na 2a feira o plano era dar um pulo em Brugge, que fica bem pertinho, mas resolvemos curtir um pouco mais a cidade e fomos passear pela Meir, que é cheia de lojas legais, e aproveitei para finalmente comer um waffle belga (a batata eu comi no dia anterior!).

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De noite fomos ver o pôr-do-sol perto do Het Steen e para cortar o clima nostálgico que estava começando a nos consumir fomos beber cervejas belgas num bar do lado do nosso hostel que tinha váaaaarias opções.

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Eu pedi para a moça me indicar uma cerveja boa de lá, e ela fez um super questionário que pareceu um teste de “descubra sua cerveja belga ideal”. Acabou que ela acertou em cheio e eu amei a escolha! No cardápio ao lado do preço das cervejas vem a porcentagem de álcool, que em algumas opções pode ser bem altinha. Outra coisa que achei engraçada foi que um casal entrou nesse bar com uma lista de cervejas para experimentar, e percebi que eles davam até nota!

No dia seguinte eu e Maria nos despedimos da cidade e uma da outra, já que ela voltou para o Rio e eu continuei a minha viagem. E é claro que não podíamos deixar de comprar os famosos chocolates belgas para provar!

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Até a próxima!

Amsterdam e Keukenhof – Holanda

Chegamos em Amsterdam no meio da tarde, deixamos as malas no hostel e fomos almoçar. A primeira imagem que tive da cidade foi o vagão do metrô super doido que era cheio de pinturas de plantas por dentro. E precisa passar o ticket para abrir a catraca na hora de entrar e de sair (achei engraçado a mudança de confiança, já que nas outras cidades que fomos era só estampar o ticket, mas não tinha muito controle). Ficamos no Stadsdoelen da rede Stayokay que uma amiga me indicou. Adoramos o lugar! Ele fica perto do Waag, um “castelinho” que funciona como café restaurante. Dessa vez ficamos em dormitório, mas escolhemos um quarto só de meninas que tinha 4 beliches. O banheiro também era ótimo, com um espacinho separado para deixar as roupas na parte do box, além do café da manhã incluso que era uma delícia. Outra coisa legal é que da pra entrar na recepção do hostel pelo google maps!

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A única parte ruim foi que nos botaram no quarto do último andar, mas foi bom pra queimar nossas gordurinhas!

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Saímos para almoçar e foi aí que caiu a ficha de como Amsterdam é caro. Pagamos uns 8 euros numa sopa de tomate que era mais água com gostinho que outra coisa. Mas como já tínhamos descoberto os encantos do kebab nos preparamos para essa economia. E ainda descobrimos um wok to go do Suriname, que não é nada mais nada menos que um yakisoba. Era super baratinho e vinha muuuita comida! Outra opção baratinha são os famosos lanchinhos prontos que ficam nas maquininhas, mas esse acabamos não comendo.

Caminhando por aí depois do almoço demos de cara com o Red Light District, que literalmente cheira a maconha. Apesar dos turistões babões, o clima lá é super de boa, com famílias caminhando entre sex shops, museus do sexo e de drogas, além de excursões de velhinhos. Nada barra pesada! A aparência é de uma rua de Amsterdam como outra qualquer, só que com mulheres nas vitrines (que ficam nas ruas mais laterais e menores) e essas lojas diferentes.

Só fiquei bolada com uma casa de show que soltava esguichos de água na rua, porque tava um frio da porra e o negócio me molhou. MUITO VACILO.

Na manhã seguinte resolvemos ir para o Keukenhof, o famoso parque das tulipas que só abre de março a maio, na primavera. Chegar lá é bem facinho. É só pegar um trem até o aeroporto Schiphol e lá vão ter quiosques vendendo o ingresso e transporte, o ônibus 858 te leva direto para o parque, que fica a uns 20 minutos de distância. É até melhor comprar o ingresso no aeroporto já que no parque a fila é maior.

O parque funciona das 8h as 19h, e a entrada custa 16 euros para adultos e 8 euros para crianças dos 4 aos 11 anos (até 4 a entrada é gratuita). Nós pagamos 23,50 euros no pacote com entrada do parque e transporte de ida e volta. Eu diria que umas 3 horas lá é o suficiente, mas depende de quantas fotos você quer tirar e do quão aficionado por flores você é.

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(Muitosss velhinhos!)IMG_5971

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Pausa pro solzinho! ❤IMG_5995 IMG_5996 IMG_6000 IMG_6005

E essa modelo fofona que nos deixou babando de amores?? IMG_6010

(Explorar a amiga pra fazer book seu pode sim.)

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Depois disso andamos um pouco mais pela cidade e desmaiamos até o dia seguinte. Afinal ninguém é de ferro, né?

Nós consideramos bastante comprar um I amsterdam Card ou Holland Pass, que são pacotes de descontos para museus, atrações e restaurantes, mas acabamos não comprando nenhum deles, já que teríamos que ver tudo com muita pressa para valer a pena o preço. Mas dependendo do tempo e interesse até é bom comprar sim.

Escolhemos ir no Rijksmuseum (se pronuncia Ráiks!) e no museu do Van Gogh. Achei os museus mega caros comparando com os outros que fomos (17,50 e 17 euros respectivamente) e não tem desconto de estudante. Confesso que não gostei muito do Rijks, que é o museu nacional. O espaço é super legal, ele é enooooorme e dividido em épocas, mas eu não me identifiquei muito com o acervo, gostei apenas de uma coisa ou outra (achei sensacional um lockerzinho com carregadores de celular!!!). Mas o do Van Gogh eu amei, e ficamos loucas com a lojinha! A capa de chuva era a coisa mais gracinha da vida, pena que faltou dinheiro.

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The Night Watch com Rembrandt marotando ali no meio. (Kd Jon Snow mozão)rijks3

O famoso I Amsterdam fica em frente ao Rijksmuseum, e dá pra ter uma vista legal de dentro do museu.

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Paramos para um cheeseburger maroto e partimos pro Van Gogh. Ele tem 4 andares e conta a vida do pintor mostrando a arte de cada época da sua vida, sua rede de contatos e obras de artistas que ele mantinha contato. O museu existe graças ao sobrinho de Van Gogh, que reuniu cartas e obras e investiu em fazer com que o tio fosse reconhecido. Por isso é possível ver (e ouvir!) várias cartas que Van Gogh escreveu, principalmente para seu irmão Theo.

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Nhommm!

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Como ainda estava sol aproveitamos para passar no Vondelpark e voltar no Museuplein (onde fica o Rijks e o I Amsterdam) para tirar fotos.

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Sdds foco.

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“Acho que essa selfie não vai dar certo miga”IMG_6067

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I amsterdam é sessão de fotos fail na certa, mas não deixa de ser divertido.

Esse dia de museus acabou com o meu dinheiro e por isso passei o próximo dia fazendo programas gratuitos! Meu muito obrigada ao blog do Ducs Amsterdam, que salvou o meu dia com ótimas sugestões. Meus programas foram basicamente andar por aí tirando fotos, mas me diverti!

A estação de trem lindona!

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Manda mais bicicleta que tá pouco!

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EYE Museum ao fundo (vista da parte de trás da estação de trem).

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Indo para a biblioteca, que é um dos lugares que dá para ver Amsterdam de cima gratuitamente (além de ser muuuuito legal!!!)

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Bem pertinho está o NEMO.

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Ele fica bem no porto!

“Sail, you fools!”

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O Waag de manhã.

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Quando encontrei de novo com a Maria (ela foi no Cobra Museum!) resolvemos caminhar pelo bairro Joordan.

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Valeu muito a pena! Vimos várias lojas legais, incluindo o Brechó Episode que ficamos loucas, uma lojinha cheia de coisas divertidas e uma sorveteria que tinha um sorvete maravilhoso e um Stroopwaffle FEITO NA HORA. Fiquei louca com aquele caramelo feito na minha frente, quentinhooooo. Eu cheguei a comer o biscoito do pacotinho, mas vou dizer que não tem comparação, o fresquinho é mil vezes melhor.

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Quando estávamos voltando para o hostel vimos que tinham montado um parque na Praça Dam e resolvemos voltar mais tarde. A criatura Maria me convenceu/obrigou a ir nesse negócio atrás da roda gigante que ficava dando voltas e rodando de cabeça para baixo e eu quase morri de desespero e quis levar ela junto. Foi muito foda mas eu confesso que morri de medo. Depois disso resolvemos ir em alguns mais lights, como que ficava rodando la em cima e o que dava pulinhos. Infelizmente meus dedos incharam horrores de ficar segurando a barra com o vento frio batendo, e tive que deixar embaixo da água quente para eles desincharem (sério!!!).

(Viva as hashtags! Sorry por cortar o nome do amigo)

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Foi uma despedida com estilo!

Apesar de ter me divertido e achado a cidade linda e tal eu não amei Amsterdam. Achei as ruas apertadas e as pessoas muito aceleradas e estressadas (você com certeza vai quase ser atropelado por algum dos ciclistas). Não me identifiquei com o lugar, mas já a babi amou! Passa aqui pra ver o que ela falou de lá!

Tchau tchau 🙂