Euro Trip – Amsterdam

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Eu não tenho nem palavras pra descrever essa cidade. Ao pisarmos em Amsterdam, eu já tinha certeza. É aqui que eu quero viver. Imagine um lugar onde as coisas funcionam, onde não há hipocrisias, onde você pode ser você mesmo, e fazer o que quiser. E tire a imagem de “Disney” dos adultos da cabeça. Lá tem muito mais que isso. Tem história, tem famílias, tem crianças no parquinho, todos lidando muito bem com a característica liberal da cidade. Sem falar que é um lugar liiiindo demais. Pra mim ganhou de Florença, de Londres e até de Paris. Não há nada mais charmoso do que casinhas padronizadas e coloridas, bicicletas por toda parte e muitos canais, com barquinhos, barcos de carga, e até casas barco.

Ficamos num hotel muito bom, chamado Cordial. Bem no centro da cidade. Nossa primeira visita ao chegar, como é de se esperar, foram os famosos coffee shops. Chegamos de noite e queríamos relaxar e comer alguma coisa. A caminho encontramos sem querer a Red Light District. Famosa rua das mulheres nas vitrines. Eu até me assustei, pois elas parecem bonecas de cera e eu achei que era a vitrine do Madame Tussauds hahahaha. Até que uma das “bonecas” olhou pra mim e me chamou com o dedinho. É o tipo de coisa que não se vê todo dia. Mulheres sendo vendidas na vitrine como qualquer outro produto. Mas mesmo proibido não vai parar de existir, então é preferível que seja assim.

Fomos no Bulldog The First. O primeiro coffee shop de Amsterdam, que existia antes mesmo das drogas serem legalizadas. É muito diferente do que eu pensava, não tem pessoas loucas e drogadas subindo ma mesa e fazendo um alvoroço e sim pessoas de boa, fumando seu baseado, conversando, petiscando e curtindo uma musiquinha. Confesso que dá muita vergonha sair entrando a procura de Maconha. Nós não sabíamos se pedia no bar, ou se era em algum outro canto. Acabamos pedindo no bar e o atendente nada gentil nos disse que era no subsolo. Descemos uma escadinha e lá estava. Mais de 15 tipos diferentes da droga, com inúmeros efeitos, com seus devidos preços e quantidades. E foi assim, simples como água. Escolhemos a erva da nossa preferência num cardápio, pagamos e sentamos em uma das mesas. O grama custava por volta de 12 euros, mas variava de espécie para espécie.
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(foto do google)

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Claro que saímos de lá famintos. E o que não falta é lugar pra comer. Tem lariquinhas espalhadas por todo canto, batata frita, doces e até uma máquina de fast food. Um lugar com várias máquinas dessas que você coloca moeda, só que ao invés de salgadinhos ou guloseimas, tina croquete, hambúrguer, etc. Obviamente a comida era fresca. Atrás das máquinas tinham pessoas fritando e preparando a comida. Não comemos ali, mas era uma opção rápida e barata. Pela dica do Foursquare, chegamos no Burguer Bar. O hambúrguer de lá era apenas DIVINO. Muito molhadinho e suculento, mas era um pouco caro.
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(fotos do site)

Depois de comer ficamos caminhando e curtindo a cidade de noite.

No dia seguinte fomos conferir a Casa da Anne Frank. O esconderijo onde ela e sua família e outras quatro pessoas judias permaneceram escondidas nos anos da ocupação nazista dos Países Baixos durante a Segunda Guerra Mundial. Pra mim foi uma experiência incrível. A história dela sempre me comove muito e é bem legal ver de perto e sentir todo sufoco que eles sentiram durante esse período lá. A entrada custou por volta de 10 euros e pra mim é um Must Go em Amsterdam. Na lojinha do museu tinham muitas versões de seu diário e biografias. Eu adorei essa daqui que era contado em forma de quadrinhos e traduzido pro português.

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Continuamos o passeio pela cidade. Fomos no Vondel Park, no Iamsterdam e em mais coffee shops. É claro.

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