Dicas para Mochileiros

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1. Leve comida no trem!
Lá dentro costuma ser mais caro e se a viagem for noturna o vagão restaurante/lanchonete pode fechar.

2. Anote os endereços e como chegar
Ter os endereços de onde vai ficar e como chegar lá da estação de trem/ônibus/aeroporto facilita (muito) a vida. Você provavelmente vai estar cansado e louco para deixar suas malas em algum lugar, então quanto mais detalhadas as informações melhor. Lembre de botar também alguns pontos de referência.

3. Faça uma carteira de estudante internacional
Além de outros, ela dá descontos em museus e restaurantes.

4. Leve lencinhos de papel e soro fisiológico
Em alguns lugares secos o seu nariz pode sangrar bastante, nesse caso o soro vai ser seu melhor amigo. E com as mudanças de temperatura (no caso do inverno) de um lugar para o outro também vem a coriza. Carregar lencinhos de papel evita perrengues, até para se for preciso limpar/secar alguma coisa. (Isso sem comentar sobre a alergia da primavera)

5. Escolha roupas neutras e que não amassem fácil
Se estiver frio ninguém vai ver nada além da calça e do casaco mesmo, então quanto menos roupa melhor. Se você for lavar as roupas vai precisar de menos ainda. A quantidade vai depender do quanto você costuma transpirar, da temperatura no local, etc.

6. Carregue moedas!
Brasileiro tem mania de querer se livrar de tudo quanto é moeda pra não ficar com peso na carteira, mas no caso da Europa, por exemplo, você vai precisar delas para comprar tickets de metrô nas maquininhas e para entrar nos banheiros.

7. Leve uma pochete de turista.
Ter seu passaporte e dinheiro colados na sua barriga pode salvar a sua viagem. Segurança nunca é demais.

8. Mala ou Mochilão?
Essa é uma decisão pessoal, já que os dois têm prós e contras. A mala realmente é melhor para quem não consegue carregar muito peso (meu mochilão pesava 10kg), mas para subir e descer escadas, andar por ruas irregulares ou cheias, o mochilão é mais prático. A mala também tem a vantagem de ser mais fácil de acessar as coisas, mas no fim a decisão é sua.

9. Leve Engov na mala!
Sempre pode acontencer de um bartender (tcheco) te fazer beber shots com ele a noite toda! (True Story)

10. Preste atenção na gorjeta
Já fiquei morrendo de vergonha várias vezes ao sair de algum restaurante na Europa esquecendo que os 10% lá não estão inclusos na conta. Mas isso depende do lugar. Pesquisar sobre a cultura de gorjeta do lugar que você está indo pode evitar um peso na consciência!

11. Confira o horário de funcionamento das atrações
Ninguém merece chegar no lugar e ele estar fechado, não é?

Tem mais dicas úteis para acrescentar? Deixe nos comentários!
Até a próxima 🙂

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Berlim – Alemanha

Depois de Praga seguimos de trem para Berlim, e nesse dia aprendemos que às vezes vale a pena reservar lugar sim!! Como os outros trens que pegamos não estavam cheios não tivemos que nos preocupar com isso, mas as cabines do trem para Berlim estava super cheias. Resultado: tivemos que viajar umas 4/5 horas do banquinho do corredor. Depois disso nunca mais viajamos sem conferir se precisava de reserva!

Apesar do desconforto a viagem até que foi tranquila. Chegamos em Berlim de noite e fomos jantar num restaurante de tapas vietnamitas maravilhoso (preciso descobrir o nome!!) e depois seguimos para casa que ficaríamos. Vou mentir não, o metrô de Berlim não é exatamente fácil de entender! hahaha Mas dá pra se virar bem. 🙂

Nosso primeiro ponto turístico visitado foi o Brandenburger Tor (Portão de Brandeburgo). Saltamos na estação Tiergarten e seguimos pelo parque, pela rua  17. Juni até a ponta. Lá perto também está o Reichstag, ou # para os íntimos.

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*Portão de costas*

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*Paradinha para Bratwurst com Pommes*

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*Portão de frente*

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Seguimos para a Topografia do Terror, onde tem várias informações e dados sobre a 2a Guerra Mundial, perseguidos, fotografias, etc. É difícil conseguir ler tudo porque tem muita informação mesmo.

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Mas quando saímos desse lugar a Maria tava na maior bad vibe, então resolvemos ir numa super papelaria (Planet Modulor) que tinham nos indicado para ser consumistas e comemorar que o capitalismo ganhou. Ficamos loucas com os mil caderninhos, brinquedos montáveis de papelão, caixinhas, e várias outras coisas lindinhas.

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E depois seguimos para o Check Point Charlie. Lá era um posto militar onde era possível transitar do lado oriental para o ocidental. Mas nós não curtimos muito porque achamos que tinha uma exploração turística muito forte em uma coisa que não é tão maneira de lembrar. Muitos “pedaços do muro” para vender, lugar para tirar foto… achamos meio esquisito tudo aquilo.

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E já que estamos vendo a porra toda, por que não andar até a East Side Gallery? Nossas pernas se arrependeram fortemente dessa decisão, mas foi bom que passamos por uns lugares interessantes no caminho, como o bairro Kreuzberg que tem várias lojas e restaurantes alternativos (que eu infelizmente não tirei fotos).

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ponte e carros

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Depois disso fomos para casa e só paramos para jantar num restaurante na nossa rua. Ficamos mega acabadas.

No dia seguinte de manhã a minha amiga percebeu que a carteira com o passaporte dela tinha sumido, e ficamos que nem duas loucas procurando pela casa e pelos arredores, até que lembramos do cara estranho na estação estranha (Ostkreuz) que pegamos para voltar para casa. Fomos correndo para Embaixada do Brasil e quando chegamos já tinham passado uns 20 minutos do meio-dia, então ela já estava fechada. Mas quando a moça viu o nosso desespero deixou a gente subir e nos ajudaram a resolver o problema. Tivemos que ligar para o Rio para pedir documentos, fazer B.O. em alemão (oxe), pagar um boa grana e tal mas pelo menos depois de umas 3 horas lá conseguimos sair com um passaporte novo nas mãos. Mas que estresse.

A parte engraçada foi quando todos saíram para o horário de almoço enquanto fazíamos o B.O. na internet (no início queriam que nós fossemos na polícia, mas acabaram nos mostrando como fazer pelo site) e o telefone não parava de tocar. Lá ficamos nós atendendo o telefone da Embaixada do Brasil em Berlim.

Com o problema resolvido pegamos o metrô para Alexanderplatz (onde fica a torre de TV) e entramos numa rua super legal com loja da Moleskine, outra de acessórios super diferentes (tinha até brinco de lego), loja com zilhões de máscaras, entre outras. Paramos para comer no Revolver Burger antes de seguir para a famosa Museumsinsel (Ilha dos Museus).

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Como chegamos tarde já não dava mais para entrar nos museus, então entramos na Berliner Dom, que eu tinha visto pessoas em cima e queria saber se tava para ter um boa vista lá do alto. Acabou que era pago, mas foi só uns 5 euros e a catedral era lindaaa com uma vista ótima.

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Escadas e mais escadas…

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E chegamos no topo!

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Voltando para o metrô passamos pela Karli de Berlim, que tinha muitas lojas legais, até a estação, que era perto de uma Primark e estava tendo uma feira cheia de comidas, tinha até Biergarten e carrossel. Comemos morangos com chocolate que estavam maravilhosos.

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Jantamos de novo perto de casa, mas em outro restaurante. Pedimos um drink cada, e daqui a pouco chega o garçom com 4 drinks, e descobrimos que era happy hour, e pedindo um drink você levava dois! Aceitamos que era uma mensagem divida dizendo “toma filhas, hoje vocês merecem para relaxar”.

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O dia seguinte foi o nosso último dia, e como perdemos uma manhã no dia anterior resolvemos viajar um pouco mais tarde para ver mais coisas na cidade.

Pegamos o metrô para o Museu da Bauhaus (vale muito a pena visitar!!) e terminamos na Potsdamer Platz, onde fica o Sony Center, com restaurantes e cinemas.

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Apesar de até ter visto bastante coisa senti que não vi Berlim direito. A melhor parte pra mim foram as lojas, restaurantes e pessoas alternativas, então ainda estou com a sensação de que preciso voltar para ver a cidade com um olhar um pouco mais “local”, vendo as nights e tal. Se der pra voltar eu conto pra vocês como foi!

PS: Quer ver o que a babi achou da cidade? Clica aqui!

Praga – República Tcheca

A babi já fez um post sobre Praga, mas ainda assim vale a pena postar sobre alguns outros lugares dessa cidade MARAVILHOSA. Não tem como não se apaixonar por Praga! A arquitetura é fantástica, as pessoas receptivas e a moeda é super acessível, ou seja, ainda dá para comer bem!

Chegamos em Praga de trem umas 22h. Tínhamos conhecido um casal de brasileiros durante a viagem que tinham tido um problema e acabaram sem hostel, então fomos com eles até onde ficaríamos hospedadas para ver se conseguiam arranjar um lugar para ficar. A primeira visão que tivemos foi do Museu Nacional todo iluminado! Infelizmente não tivemos tempo de entrar, mas ele é lindo demais. O hostel que ficamos se chama Hostel Bell, ele era bom e a dona super fofa, o único problema que tivemos foi que a água do chuveiro não esquentava. Banho frio no frio = morte. NUNCA MAIS. Tirando isso foi ótimo.

Como já estava tarde resolvemos só sair por perto, e acabamos em um dos vários The Pub de Praga, que era na esquina do hostel. Pedimos nachos e onion rings e a cerveja clássica de lá, a Pilsner Urquell. Vinha muita comida e ela era MEGA APIMENTADA, mas super gostosa. Como estava cheio e sentamos no balcão, ficamos conversando com o bartender, que já chegou com shots falando que nos estávamos na Europa e tínhamos que beber e etc. Achamos simpático e tal, mas quando ele chegou com o quarto shot e disse que já tinha tomado uns 16 com o amigo do lado nós percebemos que era hora de meter o pé senão não chegaríamos andando em casa. Claro que fomos chamadas de fracas, e eu finalmente entendi que os tchecos REALMENTE bebem muito.

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Na manhã seguinte saímos para conhecer a cidade, e acabamos esbarrando com um asiático entediado que ficou como nosso guia o resto do dia.

Passamos pela Václavské Namesti e estava tendo uma feira de Páscoa. Comemos aquele doce famoso e escutamos uma banda bem legal tocar.

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~~Um dia normal em Praga~~

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Depois fomos ver a famosa praça do Relógio Astronômico e a Ponte de Charles (Karluv Most). Uma dica legal é ter o nome dos pontos turísticos em tcheco. Existem várias placas indicando o caminho, mas como elas estão em tcheco vale a pena anotar.

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A caminho da ponte (já posto as fotos!) resolvemos passar no Museu do Mucha, mas não encontramos e acabamos do Museu do Comunismo. A Maria não gostou, eu achei legalzinho, mas realmente não é nada demais. Só é legal ver uns objetos da época e tal.

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Chegando na ponte!

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Muuuitos e muitos turistas. Aliás, tem loja de souvenir em toda esquina.

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Tem mil barraquinhas de caricaturas e produtos artesanais na ponte. Eu fiquei louca por uma boneca de madeira plana, mas era cara demais pro meu bolso. :((

Depois fomos para o outro lado da ponte (lado do Castelo de Praga) e almoçamos em um restaurante bem gostoso chamado U Malého Glena.

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Estávamos voltando para o outro lado (passando por uma outra ponte) quando demos de cara com o Kampa Museum! Resolvemos entrar e foi fantástico! Tinham várias exposições de arte moderna com partes interativas, e estudantes de artes tem um desconto enorme. Eu não tive, mas a Maria conseguiu aproveitar.

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Voltamos pela outra ponte que tinha uma vista lindaaa e passamos pela famosa Dancing House.

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Mais tarde saímos com uma amiga da família da Maria, que nos levou em um restaurante super gostoso, onde jantamos umas comidas típicas. Dumplings (batatas e pão meio molengos e esponjosos), queijo frito e tal. Not bad! :))

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No dia seguinte fomos para o Castelo de Praga (Pražský hrad). No caminho passamos por várias barracas com comidas porque era domingo de Páscoa.

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Meu grilovaný kurecí spíz na frente do Narodni Muzeum (Museu Naciona)!

Depois nós andamos até a praça malotranské e pegamos o tram 22. Agora reparem na felicidade de finalmente conseguir comprar o ticket na maquininha!

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No castelo você pode escolher qual tipo de ingresso comprar, escolhemos o que tava direito a mais coisas (7 atrações). Como já estava um pouquinho tarde (acho que chegamos umas 14h/15h) tivemos que voltar no dia seguinte para terminar de ver tudo.

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Aqui em cima dá para ver a St Vitus Cathedral, a Basílica de São Jorge tal e o interior do castelo. Quando eu cheguei esperava encontrar um castelo mesmo, mas na verdade é meio que um complexo com a catedral, palácios e outras construções.

Lá também está o museu dos brinquedos, mas nós não chegamos a entrar.

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A vista lá de cima é linda!

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Outras atrações são a Golden Lane (tem várias lojinhas e histórias das casas que ficavam por ali), Powder Tower (onde fica uma exposição permanente sobre a guarda de Praga), dois palácios, a galeria de arte, entre outras.

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Na Golden Lane ainda dá pra atirar com crossbow! Valeu pela dica, Danilo! :DDD

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No nosso penúltimo dia jantamos em um restaurante perto da ponte, e pedimos sopa de goulash no pão e panquecas de batatas com chucrute e presunto!

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No segundo dia que fomos no Castelo nevou. ❤

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Mesmo andando sem rumo por Praga sempre tá pra esbarrar com construções lindas.

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Espero que tenham gostado, até a próxima!

Trabalhando o lado direito do cérebro

Oi gente! Pra quem não sabe eu estudo Design de Produto e no momento estou fazendo intercâmbio na Universidade de Limerick, na Irlanda. Dentre as muitas matérias que eu estudo, uma delas me pediu pra que eu criasse um blog com comentários sobre o que foi dado em aula. Aproveitando o embalo, vou passar a publicar aqui a versão traduzida dos textos que eu enviar pro blog da matéria. 🙂

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“Você se lembra de quem era, antes do mundo dizer quem você deve ser?”

A aula de hoje foi sobre Criatividade. Mas o que isso significa? Algumas pessoas dizem que todo mundo nasce criativo e, depois de alguns anos, nos sentimos bloqueados, e apenas uma pequena parte das pessoas continua a exercer a sua criatividade. A sociedade nos muda, a nossa auto-crítica se torna maior e nós simplesmente paramos de criar. Dessa forma, como buscar inspiração e da onde essa criatividade vem?

Antes de tudo, nós temos que encontrar o que estimula o nosso fluxo criativo. Você se sente mais inovador quando ouve música ou procura imagens? Talvez se mexer pode ajudá-lo com isso, ou até mesmo uma textura ou sabor. Talvez uma pessoa influente, ou alguém que você admira …?
Depois de encontrar o que move seu lado produtivo, você precisa encontrar o que pode inibi-lo. E é tão fácil de interromper o fluxo criativo,  que você precisa aprender a fugir dos seus próprios bloqueios e ficar longe de tudo o que possa impedi-lo. Esses bloqueios podem ser emocionais, como quando colocam muita pressão sobre você, ou mesmo culturais ou religiosas. Até mesmo o seu próprio intelectual pode bloquear você, por exemplo, quando você pensa muito numa idéia e simplesmente não anda para a frente.
Nosso cérebro é uma máquina complexa e você, provavelmente, já ouviu falar sobre os seus dois lados. O esquerdo domina seus pensamentos lógicos, enquanto o direito domina os criativos. Mas, em quase toda a nossa vida, somos obrigados a trabalhar o lado esquerdo mais do que o direito.
Temos então, que começar a pensar mais com o lado criativo do cérebro, tentando estimulá-lo, olhando de forma diferente para o mundo ao nosso redor. Abrir-se a novas experiências, ler mais, ir a lugares diferentes, conhecer novas pessoas, fazer coisas que você talvez nunca faria. Não desistir tão fácil, seguir sempre em frente e estar ciente da sua própria jornada.
Um bom conselho é estar sempre preparado para criar. Carregando um caderno e um lápis com você para que  sempre possa tomar notas das ideias aleatórias que surgem durante o dia.
Não tenha medo de improvisar, quebrar hábitos ou sacudir o sistema. E lembre-se: ideias ruins são muito bem-vindas. Quero dizer, não existem más ideias. Qualquer uma pode ser melhorada e, ainda por cima, é um ótimo exercício para cérebro.

Abaixo seguem duas imagens que resumem um pouco do que eu estou falando. Mas não vou traduzi-las. Tentar entendê-las vai estimular o seu lado criativo.

 

Boa sorte 😉

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Maquiagem: Baratinhos que eu amo!

Eu sou viciada em maquiagem desde meus 14 anos, que foi minha fase crítica de acne. Hoje, depois de tratar com Roacutan (remédio paulera), apesar da minha pele estar ótima, eu não consigo sair de casa sem uma make básica, porém completa. Simplesmente pelo fato de gostar de uma pele homogenia. 

Já testei inúmeras bases e corretivos, e sei como isso é extremamente caro. Mas finalmente consegui fazer minha listinha dos baratinhos que eu amo! Maquiagens com preços mega acessíveis, que você não sente dor de cotovelo de usá-las todos os dias. Podendo poupar aquela MAC ou Make up Forever pra uma festa ou um dia especial.

 

1. Corretivo Quem disse Berenice? 

preço: R$ 21,90

Esse corretivo foi o ACHADO da minha vida, porque geralmente, corretivos líquidos são mais caros do que aqueles em bastão (que eu odeio). A cobertura dele é ótima, dá jeito naquela olheira chata de quando você dorme mal. Mas, o melhor mesmo é esse aplicador, que além de fácil de aplicar, evita que você o use exageradamente.

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2. Base líquida Maybelline pure make up

Preço: por volta de R$ 35,00

Essa base é só amor! Perfeita pra quem tem a pele mista pra oleosa, porque ela segura suuuuuuuuper bem a oleosidade devido a sua textura mais sequinha. Além disso, ela cobre tudinho que você odeia. Aquela cicatriz de acne que só sai com lazer, uma manchinha desagradável, olheiras, TUDO! Você consegue acha-la tranquilamente em qualquer farmácia que venda maquiagem e na perfumaria da Renner. O ruim é que a tabela de cores não é tão variada assim e aí você tem que escolher entre ficar muito branca ou muito morena. Mas nada que não resolva com um pó compacto ou blush.

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2. Base líquida mate Quem disse Berenice?

Preço: R$ 45,90

Como o tom que eu uso da base da Maybelline tava em falta em todas as farmácias do planeta terra. Decidi experimentar o produto da Berê. Óbvio que o feedback é o melhor possível, visto que os outros produtos me conquistaram também. Essa base também segura legal a oleosidade, devido ao efeito mate. Tem a cobertura ótima e o melhor, esconde tudo sem te deixar com cara de boneca de cera. A vantagem é que a tabela de tons é imensa então você certamente vai achar o tom perfeito pra você!

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3. Pó compacto Maybelline pure make up

Preço: Por volta dos R$ 30,00

Esse pó eu não troco por nada nesse mundo! Eu amo demaaaaaaaaaaais. Ele é daquele que uniformiza o rosto e termina de cobrir o que a base não cobriu. E não precisa passar muito pra surgir efeito, deixando sua pele como um pêssego. Ele cumpre o que promete. Anti-brilho e anti-imperfeições MESMO! E tem a opção translúcida (sem cor) pra quem quiser um efeito mais natural.

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4. Delineador Líquido Caneta Make B. O Boticário

R$ 37,99

Apesar do preço não ser tãããão baratinho assim, esse delineador vale cada centavo. A embalagem em forma de caneta dele salva vidas e evita o efeito Amy Winehouse por acidente. Que você fica tentando consertar o borradinho e só piora. A pontinha fina com a base grossa, permite que você faça um olho de gatinho perfeito, sem errar! Ele é pretão mesmo e não borra atoa. Além disso, dura bastante. Investimento!

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4. Máscara de Cílios One by one Maybelline

Preço: Por volta de R$30,00

Sabe aquele rímel que você passa e parece que passou massa corrida nos cílios de tão grudados que ficam? Essa máscara faz justamente o contrário. Fazendo jus ao nome, ela cobre os cílios fio por fio, deixando eles grandões, volumosos e separadinhos como de boneca. AMO! Além disso é super fácil de achar e tem essa embalagem rosa super linda!

 

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DICA PRA MAKE PERFEITA

Invista em bons pincéis de maquiagem. De preferência de cerdas naturais, pois duram mais. Passar base com dedo funciona mas não é o ideal, porque sua mão tem muita oleosidade que vai parar no seu rosto depois.Existem diversos modelos, mas os meus favoritos e que não podem faltar na sua penteadeira são: 

-Base : Aquele gordinho, que espalha melhor e uniformiza bem a cor.

-Pó : Gordinho e achatado, ótimo pra espalhar o pó no rosto de maneira natural e esfumaçar o blush caso esteja muito forte.

-Blush: Aquele bem gordão e macio pra espalhar bem e não te deixar com cara de que levou duas chineladas na cara.

Lembre-se sempre de lavá-los uma vez por semana com shampoo e uma gotinha de condicionador. Um pincel bem limpo além de durar mais, cumpre muito melhor sua função.

Meus pincéis aqui em baixo

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Aproveitem as dicas, porque a vida é muito curta pra não saber passar maquiagem! 😉