Toledo – Espanha

Já que estávamos em Madrid, aproveitamos para visitar Toledo, uma cidade medieval bem pertinho da capital.

Decidimos agendar o passeio com uma agência de turismo em Madrid pois o valor do ônibus + 1 hora de tour guiado era o mesmo valor dos bilhetes do trem, com a vantagem do ônibus nos buscar e nos deixar bem mais perto de casa. Além disso, o ônibus nos dava essa maravilhosa vista da cidade:

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Na foto abaixo é possível ver uma parte do rio Tejo. Esse rio nasce na Espanha e vai até Portugal!

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Chegando no centro da cidade:

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Andamos pelas ruazinhas e conhecemos a famosa Catedral de Toledo.

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Na fachada da Catedral podemos ver uma escultura de A Última Ceia:

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Reza a lenda que quando o sino foi tocado pela primeira vez, todas as janelas da cidade se quebraram e todas as mulheres grávidas entraram em trabalho de parto. Por isso, não se pode tocar o sino da Catedral. Mas, segundo a guia, a verdade é que o sino quebrou e eles foram preguiçosos demais para consertar.

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No fim do passeio guiado ganhamos um sanduíche de jámon e um refri. Só faltou uma pastinha ou uma manteiga para passar no pão! hahah

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A guia foi embora mas seguimos caminhando pela cidade:

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Monastério de São João dos Reis:

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Menorah demarcando a Judería, o Bairro Judeu:

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Souvenirs:

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Famosas espadas de Toledo:

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Outra fachada da Catedral (não entramos porque achamos um pouco caro):

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Encerramos o dia exaustos depois de andar horrores no calor. Pelas fotos não dá para perceber, mas estava quase 40 graus (fomos no final de agosto).

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Chegamos em Madrid no fim da tarde e ainda deu tempo de ver o pôr do sol no Templo Debod.

Até breve. 🙂

 

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Fim de semana em Ilha Grande

Vou fazer uma pausa nos posts da Europa, já que estou devendo esse post sobre Ilha Grande (RJ) desde junho! Não levei câmera para a Ilha, então as fotos são do meu celular e do Miguel.

Para chegar em Ilha Grande (saindo do Rio de Janeiro) pegamos um ônibus da Costa Verde para Conceição de jacareí e depois um barco da Vila Nova Tour que demora uns 20 minutos para chegar em Abraão. Pagamos cada um 30 reais pra ir, e 30 pra voltar, mas esse valor é negociável. É bom levar um casaco pro barco, porque ele vai rápido e venta muito!

Horários dos barcos: 

Conceição de Jacareí x Abraão: 8h, 9h, 10h, 11h, 13h, 14h30, 16h30, 18h (sexta-feira tem um barco saindo às 21h também)

Abraão x Conceição de Jacareí: 8h30, 9h30, 10h30, 12h, 14, 16, 17h30, 18h30.

Em Conceição de Jacareí dá pra pegar a barca também, mas acho que ela só sai uma vez por dia. Sai mais barato, mas demora bem mais. Além disso, achamos arriscado chegar lá sem saber se teria outra barca caso nos atrasássemos heheh.

No primeiro dia o tempo estava esquisito, então descansamos no Air bnb, almoçamos um PF de peixe com feijão e ficamos caminhando por Abraão.

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Praia Preta

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Igreja no São Sebastião

No dia seguinte o tempo abriu e fomos fazer um passeio de escuna. Não queríamos de jeito nenhum barco open bar e demos sorte de pegar um bem vazio e tranquilo. 🙂

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No meio do passeio vimos golfinhos! Foi muito rápido e eu estava despreparada, então não consegui tirar fotos para registrar.

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A primeira parada do barco foi na Lagoa Azul. É ótimo para mergulhar e nadar com os peixinhos!

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Depois da Lagoa Azul paramos em Japariz para almoçar.

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A última parada foi em uma praia particular. Acho que é a Praia da feiticeira, mas não tenho certeza.ilha-grande-rj-viagem-blog-coamotta-9

Esse não é necessariamente o melhor passeio de barco mas, como não tínhamos muito tempo, escolhemos um que não durasse o dia inteiro (tínhamos que voltar no mesmo dia) e tivesse boas paradas.

O ideal é ficar mais do que apenas um final de semana. Com mais dias dá para visitar as praias mais distantes como Parnaioca e Lopes Mendes, fazer a trilha do Pico do papagaio, ir de bicicleta até o antigo presídio… não falta opção.

Pretendo voltar com mais tempo, e com uma câmera para tirar fotos melhores! hahah

Até!

 

5 anos do blog!

Esse ano não teve muitos posts, mas consegui mostrar vários lugares por onde passei: Beco Diagonal, Carolina do Sul, Natal, Zugspitze, Madrid…

Na verdade, alguns posts ainda vêm por aí: Toledo, Barcelona, Munique e Ilha Grande! E até o fim do ano dá tempo de inventar mais, né? 🙂

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Nesses 5 anos viajei bem mais do que imaginei ser possível. Fico muito feliz em poder compartilhar esses momentos com vocês e tiro cada foto com o maior carinho!

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mão segurando vela de 5 anos na frente do morro corcovado

Para esse post quis pensar uma coisa bem “eu”, então claro que ele tinha que ser bem colorido heheh.

fatia de bolo colorida com uma vela de 5 anos ao lado de fotos de viagem

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Muito obrigada por acompanharem o blog! Para o próximo ano vocês podem esperar posts feitos com muito amor e cuidado, e também um novo layout (eu espero hahah).

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caderno e fatia de bolo em cima de uma mesa redonda e o morro corcovado ao fundo

Que venham mais muitos anos, fotos, viagens! E muito amor também. ❤

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Até a próxima!

Madrid – Espanha

Chegamos em Madrid num sábado à noite, absolutamente acabados depois de um dia de viagem. Pegamos o ônibus que sai do aeroporto e pára no centro da cidade, em Cibeles (custa 5 euros). Eu já tinha feito esse percurso antes (visitei Madrid por algumas horas em 2016 numa conexão de voo), então foi bem tranquilo encontrar o caminho.

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Gran Vía:

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Depois de largar as malas e ajeitar a cara, fomos jantar no 100 Montaditos perto da Plaza Jacinto Benavente. Pedimos cerveja com limão, mini sanduíches de 1 euro e huevos rotos (ovos fritos com batatas)! Como podem ver na foto abaixo, ficamos bem felizes hahaha. Na verdade, bati a foto no exato segundo em que o “pager” vibrou anunciando que nosso pedido estava pronto.

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No dia seguinte começamos a maratona mochilão:

Tomamos café na rua (impossível esquecer desse lugar porque tinha um pikachurros – um churros em formato de pikachu – horroroso), e de lá fomos para a Feira do Rastro. Eu amei muito! Tinha roupas, antiguidades, bolsas, acessórios, e o bairro é lindo! Comprei um macacão colorido e uma pulseira da amizade com a Ju (bem adultas), me diverti horrores. De lá passamos no restaurante mais antigo do mundo, seguindo pra Plaza Mayor e Palácio Real de Madrid.

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Na vitrine do restaurante tem uma miniatura de como é lá dentro:

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Plaza Mayor

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Plaza de Oriente

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Teatro Real

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Palácio Real

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Em Madrid existe uma opção de menu de fim de semana nos restaurantes: vem uma entrada, o prato principal e uma sobremesa. Almoçamos lá perto do palácio, mas não achei a comida nada demais.

Compramos o chip da vodafone (dava pra usar nos outros países que iríamos visitar) na Puerta del Sol e andamos até a Plaza de España.

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Nessa praça está o marco zero de Madrid

Plaza de España

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Felizes porém acabados de tanto andar:

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As placas das ruas de Madrid são uma gracinha! Elas sempre têm uma ilustração combinando com o nome.

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Na manhã seguinte fomos visitar Toledo, mas vou deixar para explicar tudo num post separado.

Depois que voltamos do passeio ainda fomos visitar o Templo Debod, um monumento que foi um presente dos egípcios. Eu já não estava animada pra conhecer e, como ele estava sem água, ficou mais sem graça ainda. A Europa entra em obras em agosto, então vários lugares perdem sem seu charme habitual. Mas o lugar em si (Parque del Oeste) é bonito e tem uma vista linda. Aconselham visitar esse templo ao pôr do sol, e realmente fica show.

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O Palácio Real fica bem perto:

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Catedral de Santa Maria a Real de Almudena (em frente ao Palácio Real):

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Depois ainda fomos no El Corte Inglés!

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No dia seguinte eu e Miguel alugamos uma bicicleta para ir visitar o Parque do Retiro. Valeu a pena alugar a bicicleta porque o parque é bem grande, e a bike deixa o passeio mais divertido!

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Deu pra dar uma volta, ver o Palácio de Cristal, a exposição do lado (nessa foto abaixo) e o lago dos barquinhos. Almoçamos uma tortilla bem mais ou menos (era barata, né) e um tinto de verano (vinho tinto com refrigerante de soda) bem gostoso.

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De tarde fomos em alguns bares procurar comida (a cozinha fecha em certo horário) e passamos na frente do Museu Reina Sofía e no Museu do Prado. Como os museus fecham na terça-feira, vimos só por fora mesmo.

Museu Reina Sofia

Museu do Prado

No dia seguinte saímos cedo para pegar o primeiro trem para Barcelona.

Eu ainda não aprendi a fazer post curtinho, né? hahah Até o nosso próximo destino!

Zugspitze – O topo da Alemanha

Em agosto fiz um mochilão e esse na verdade foi o último destino da viagem, mas como estou empolgadíssima para falar sobre esse lugar, vai ter post antes dos outros!

A montanha Zugspitze fica nos alpes da Bavária, e dá pra fazer um bate e volta direto de Munique. Ficamos divididos entre visitar o castelo Neuschwanstein e o topo dessa montanha, que é a mais alta da Alemanha. No fim, optamos pelo segundo.

Fiquei apaixonada pela região Garmisch-Partenkirchen, lugar por onde acessamos o Zugspitze. Minha nova viagem dos sonhos é ficar hospedada no extremo sul da Alemanha, vendo as casinhas, os lagos, visitar o Neuschwanstein e aproveitar a comida da região, que é incrível!

Confesso que estava meio preocupada com o trajeto de Munique. Vi algumas dicas na internet mas, como o novo teleférico é muito recente, fiquei na dúvida se teria alguma diferença. Acabou que foi bem fácil: Pedimos informação na estação de trem, e lá mesmo compramos o pacote combinado do trem pra Garmisch-Partenkirchen e todo o trajeto até o topo da Montanha (ida e volta). O total foi por volta de 65 euros por pessoa.

A viagem de trem durou pouco mais de uma hora. Saltamos na estação Garmisch-Partenkirchen e seguimos as indicações até outro trem. Não tem como errar, já que é muito bem sinalizado. Trocamos o nosso voucher pelos tickets do Zugspitze (foto abaixo), e de lá fomos até o alto – passando por dentro da montanha – para pegar o teleférico até o pico.

É possível saltar antes na estação Eibsee, e pegar o teleférico que sai lá de baixo. Mas, como chegamos tarde, decidimos deixar o lago Eibsee para a volta.

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Pegamos o ticket e fomos até trem para subir o Zugspitze

Chegamos de trem cremalheira em uma parte aberta (frio!) com uma vista linda! Acho que gostei até mais do que o topo, na verdade, já que tem contato direto com a montanha.

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Essa parte costuma ficar coberta de neve mas, como fomos no verão, só vimos uns montinhos aqui e ali. A vantagem de ir nessa época do ano é que as chances de conseguir enxergar a vista são maiores! Por outro lado, no inverno é possível esquiar.

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Uma capelinha no meio da montanha

De lá pegamos o teleférico e chegamos no topo da Alemanha!

Teleférico Zuspitze

Lá em cima tem uns 3 andares e vários caminhos dando em diferentes lados da montanha (fechados e abertos). Confesso que fiquei meio zonza com tanto sobe e desce, vai pra lá – vai pra cá. Acho que eu estava numa ansiedade de ver tudo logo que também não ajudou. Por isso minha dica é: chegue cedo e faça as coisas com calma.

Tem vários restaurantes lá em cima, então dá pra sentar e relaxar. Aliás, na parte da “varanda” do restaurante, as pessoas dão comida para os corvos, que já fazem fila!

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Para quem quiser ter um pouco mais de contato com a montanha, dá pra subir numa parte aberta. Eu não subi (porque além de não estar com sapato adequado não estava afim de emoção) mas o Miguel subiu, e aproveitei para tirar algumas fotos dele.

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Montinho de neve e a montanha atrás

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A gente passa nervoso com o mozão aventureiro mas não perde a oportunidade de tirar fotos legais hahah 😀

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Eu tirei UM ZILHÃO de fotos e mesmo assim não vou conseguir mostrar tudo. Queria ter até tirado menos fotos hahaha acho que exagerei…

Como eu disse, os mirantes da montanha têm vários andares e acessos. Inclusive, um dos lados é do Tirol:

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Bem-vindos ao Tirol

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Mais fotos:

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Adorei esses posters que estavam em um dos restaurantes:

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Descemos no último teleférico (por volta das 17h e pouco) e fomos correndo ver o Eibsee. Bateu um forte arrependimento de não ter chegado mais cedo e levado toalha para nadar. Vai ter que ficar para a próxima. 🙂

Teleferico Zugspitze

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Eu já desconfiava que tinhamos perdido o último trem que levava de volta para estação de Garmisch-Partenkirchen, mas quis olhar o lago mesmo assim. Acabou que realmente perdemos o trem, mas era possível pegar o ônibus com o mesmo ticket. Gott sei Dank!

Pegamos o ônibus, chegamos felizes (mentira que eu tava bem tensa) e fomos procurar um lugar pra comer. No fim valeu a pena atrasar, já que a comida do restaurante que escolhemos foi a melhor da viagem!!

Finalmente consegui provar o famoso Käsespätzel, e o prato (alguma parte do porco com Kartoffelknödel) do Miguel também estava delicioso. ❤

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Conseguimos voltar pra Munique e deu tudo certo! Demos muita sorte de conseguir subir a montanha em um dia de céu limpo. Havia algumas nuvens lá em cima, mas não atrapalhou muito pois com o vento elas ficavam mudando de posição toda hora.

Li por aí que a montanha Wankberg também é uma ótima opção, e tem vista para o Zugspitze! Outra que não deixa nada a desejar (essa eu fui!!) é a Kehlstein. Inclusive, já tem até post aqui no blog. 😀

Em breve teremos mais posts de viagem! Fiquem ligados. 🙂

Carolina do Sul – Estados Unidos

Ta aí um lugar que nunca achei que visitaria! hahah Fui visitar minha família e aproveitei pra tirar fotos pro blog. 🙂

A cidade que passei mais tempo foi Bluffton. Segundo a história que ouvi, a maioria dos habitantes da cidade são aposentados (tem até um condomínio para maiores de 55 anos!) que cansaram do frio das cidades do norte, e foram pro lugar onde passavam as férias: Hilton Head. Uma cidade turística com praia! Mas chegando lá descobriram que era muito caro para morar, e acabaram na cidade vizinha: Bluffton! hahah

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The Church of the Cross

O primeiro lugar que visitei foi a igreja The Church of the Cross. Ela foi construída pelos senhores das plantações (plantavam algodão e arroz), e durante a Guerra Civil foi abandonada. As janelas quebraram, o teto começou a ter vazamentos, e as abelhas invadiram o lugar. Quando voltaram para reformar a igreja, contrataram um profissional para tirar as abelhas, e hoje em dia vendem um “mel sagrado” (Holy Honey), produzido pelas abelhas originárias das que habitavam a igreja.

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“Holy Honey”

A cidade (na verdade acho que a maior parte do estado da Carolina do Sul) é cortada por muitos rios e riachos!

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A casa da foto aqui embaixo se chama Seven Oaks, e foi construída por volta de 1850.

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A cidade toda é completamente diferente do Rio de Janeiro. Só a diferença de população já é gritante! Segundo o Wikipedia, em 2016 Bluffton tinha 18.897 habitantes, enquanto que em 2010 o Rio de Janeiro tinha 6,32 milhões de habitantes!

Bluftton não tem prédios, e o comércio e condomínios estão basicamente na rua principal, a US-278. Outra informação curiosa é que a lei obriga a deixar uma margem de árvores antes das construções, então a rua é cercada de árvores! Ah, e Bluffton não é para pedestres. Até para ir até a esquina é preciso pegar o carro.

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Os condomínios são enormes, e alguns tem até cavalos e golfe! hahah As casas são lindas, tudo é super cuidadinho, e até o pôr-do-sol é tão perfeito que parece um cenário de filme.

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Juro que editei pouquíssimo essa foto!

Como eu queria dar um pulo da Urban Outfitters, aproveitamos para visitar Charleston, uma cidade na Carolina do Sul que fica a umas 3 horas de Bluffton.

No caminho passamos pela Old Sheldon Ruins. A igreja foi construída em 1753, e queimada duas vezes. Uma pelos ingleses em 1779 na Guerra Revolucionária dos Estados Unidos, e outra em 1865, na Guerra da Secessão.

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Charleston foi uma ótima surpresa! Apesar de ficarem no mesmo estado, Charleston é muito diferente de Bluffton. Como tem vários colleges pela cidade, Charleston é uma cidade com muitos jovens. A arquitetura é uma graça, a King Street tem umas lojas muito legais, e dá até pra andar a pé!! hahaha

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Algumas lojas da King Street: Lush, Urban Outfitters, William-Sonoma, Apple

É impossível não encontrar a Urban! hahaha Quando entramos lá e olhamos para cima, percebemos que a loja foi construída em um antigo teatro! Muito legal!

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Aqui vão algumas fotos de Charleston:

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Chegando na cidade!

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Charleston Yacht Club

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Nossa visita a Charleston foi meio corrida porque tínhamos que voltar enquanto ainda estivesse sol. De noite muitos veados atravessam as ruas correndo, e o risco de acidente aumenta. Espero voltar um dia para conhecer melhor!

Até mais! 🙂

4 anos! (e muita nostalgia)

Minha história com blogs começa láa em 2003/2004, com o Blogger e o zip.net. Nem lembro sobre o que eu postava na época, e sei que não postava com muita frequência (ainda mais porque eu não tinha câmera, e a internet era horrível!), mas lembro que minhas melhores amigas também tinham blogs, e que usávamos muitos gifs brilhantes!  hahah Tínhamos até um blog compartilhado!

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Depois disso, em 2005 eu mudei para o Fotolog (porque eu era hipster demais para usar Flogão), e comecei a postar fotos mais pessoais… lembro que postei até foto da minha primeira apresentação de nado sincronizado! Ele foi deixado de lado por um tempo, mas em 2008 voltei e comecei a usar como um “diário aberto”, para lembrar das coisas que eu fiz, e guardar fotos. E foi assim até 2013, quando anunciaram o fim do Fotolog.

A partir daí migrei para o WordPress, e aqui estamos, comemorando o 4º aniversário desse blog!!

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Homens-biscoito!

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Esse ano fiquei um pouco afastada por falta de tempo, e não tive super viagens para compartilhar. Mas já tenho alguns planos para o ano que vem. Qual será o próximo destino?! 😀

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Não é à toa que esse post de aniversário não teve balões, e foi fotografado em um cenário natural. Tenho procurado diminuir o lixo que eu produzo, e esse é o tipo de coisa que quero compartilhar com vocês. (Além de muitas fotos, é claro!!) Ano que vem estarei aqui, cada vez mais preocupada com a relevância do meu conteúdo.

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❤ ❤ ❤

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4 velinhas ❤

Obrigada mamãe e Miguel por me ajudarem a produzir esse post, e a todos que me acompanham!

Beijos!