3 dias em Munique

Visitei Munique pela primeira vez em 2012 e me apaixonei, por isso decidi voltar e apresentar a cidade para o Miguel no nosso mochilão. Para a visita ficar ainda melhor, encontramos amigos queridos!

Chegamos de avião na cidade, saindo de Barcelona. Pegamos o metrô até nosso hotel, que ficava pertinho do Theresienwiese, onde acontece o Oktoberfest. Como fomos no início de setembro, conseguimos ver a montagem da roda gigante e dos restaurantes. 🙂

Encontramos nossos amigos para almoçar e visitamos a Gärtnerplatz. Lá é uma região bem “cool”, mas como era domingo as lojas estavam fechadas. Mais um motivo para voltar!

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Fizemos um rápido tour pela Marienplatz e corremos para o Residenz, a residência real dos reis da Bavária.

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A Max-Joseph-Platz é muito especial para mim, pois foi um dos primeiros lugares que vi na minha primeira viagem à Europa.

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Como chegamos um pouco tarde, alguns salões já estavam fechados. Mas conseguimos ver bastante coisa.

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A saída da Residenz é direto na Odeonsplatz, ótimo pra turistar a pé.

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Demos um rápido pulo no Café Luitpold antes de encerrar o dia. Acabamos não comendo nada lá, mas é um café bem famoso e bonito.

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No dia seguinte almoçamos no Schneider Weisse na Marienplatz, fomos na loja de esportes Globe Trotters (é enooorme) e subimos na Peterkirche. A vista do alto da igreja é lindíssima! Vale muito a pena e não é caro.

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No fim da tarde fomos tomar uma cerveja em um Dachgarten (um mini Biergarten no terraço de um prédio) e jantamos num restaurante asiático super legal chamado Enter the Dragon.

Na manhã seguinte tomamos um típico café bávaro (Brezel, Weisswurst e cerveja) e fomos para o museu da BMW. Quando chegamos, o Miguel ficou tão encantado com a arquitetura do BMW Welt (em frente) que ficamos por lá mesmo, com a vantagem de ser grátis. Até entramos no prédio do museu mas não fizemos o tour. Obs: A loja de souvenirs do museu é bem legal!

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Olha a gente ali!

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Pegamos o metrô e fomos pro centro almoçar no Hofbräuhaus. Uma ótima dica de aplicativo para usar na viagem é o MVV. Ele diz qual a melhor maneira de se locomover na cidade, dependendo do horário e dia da semana.

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Nosso Schnitzel estava delicioso!!

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O tempo abriu um pouco e fomos caminhando até o Englischer Garten.

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O parque é enorme! Da próxima vez quero alugar uma bike pra conhecer com calma. Outros passeios que eu gostaria de ter feito: fazer um piquenique no rio Isaar, visitar o Deutsches Museum, conhecer as pinacotecas… não falta programa!

No dia seguinte pegamos um trem e fomos conhecer o Zugspitze, a montanha mais alta da Alemanha.

Bis bald, München! ❤

 

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Toledo – Espanha

Já que estávamos em Madrid, aproveitamos para visitar Toledo, uma cidade medieval bem pertinho da capital.

Decidimos agendar o passeio com uma agência de turismo em Madrid pois o valor do ônibus + 1 hora de tour guiado era o mesmo valor dos bilhetes do trem, com a vantagem do ônibus nos buscar e nos deixar bem mais perto de casa. Além disso, o ônibus nos dava essa maravilhosa vista da cidade:

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Na foto abaixo é possível ver uma parte do rio Tejo. Esse rio nasce na Espanha e vai até Portugal!

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Chegando no centro da cidade:

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Andamos pelas ruazinhas e conhecemos a famosa Catedral de Toledo.

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Na fachada da Catedral podemos ver uma escultura de A Última Ceia:

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Reza a lenda que quando o sino foi tocado pela primeira vez, todas as janelas da cidade se quebraram e todas as mulheres grávidas entraram em trabalho de parto. Por isso, não se pode tocar o sino da Catedral. Mas, segundo a guia, a verdade é que o sino quebrou e eles foram preguiçosos demais para consertar.

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No fim do passeio guiado ganhamos um sanduíche de jámon e um refri. Só faltou uma pastinha ou uma manteiga para passar no pão! hahah

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A guia foi embora mas seguimos caminhando pela cidade:

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Monastério de São João dos Reis:

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Menorah demarcando a Judería, o Bairro Judeu:

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Souvenirs:

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Famosas espadas de Toledo:

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Outra fachada da Catedral (não entramos porque achamos um pouco caro):

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Encerramos o dia exaustos depois de andar horrores no calor. Pelas fotos não dá para perceber, mas estava quase 40 graus (fomos no final de agosto).

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Chegamos em Madrid no fim da tarde e ainda deu tempo de ver o pôr do sol no Templo Debod.

Até breve. 🙂

 

Barcelona – Espanha

Chegamos em Barcelona de trem, saindo de Madrid. A viagem durou menos de 3 horas e foi super tranquila! Quando saímos na estação do metrô da Sagrada Família e olhei para cima, já estava apaixonada.

Dia 1

Logo que chegamos fomos conhecer La Barceloneta. Achei um clima bem Rio de Janeiro!

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Barceloneta

Depois fomos na sorveteria Eyescream and Friends. Há anos sonhava em ir lá porque é muito fofo!! Olha esse sorvetinho com olhos. 😀

Sorvete com olhinhos

Caminhamos pelas ruazinhas e achei uma loja com uns souvenirs bem diferentes, fiquei doida! Comprei uma imã da Sagrada Família e um cartão postal.

Em seguida fomos no Parc de la Ciutadella e me senti em um sonho meio feliz meio surrealista hahahah. Tinha uma pessoa tocando um instrumento diferente e as árvores eram meio misteriosas, mó vibe diferentona.

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Todos os lugares para onde eu olhava eram tão lindos que eu não conseguia decidir o que fotografar! À noite fomos comer e terminamos o dia em Gràcia, na Plaza del Sol, uma praça cheia bares. Me senti na São Salvador!

Dia 2

Fomos de bike até a Casa Milà (aka La Pedrera). Pelas fotos, achava que essa fosse a construção que eu gostaria menos, mas virou minha segunda preferida (depois da Sagrada Família)! Não entrei porque era caro, mas aproveitei para ir na loja de souvenirs que dá para espiar um pouco dentro da Casa Milà e é cheia de coisas lindas!

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Depois seguimos para Casa Batlló que também é lindíssima!

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Apaixonados por Barcelona:

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Encerramos o tour de bike no Bairro Gótico e almoçamos uma paella maravilhosa acompanhada por sangria. 🙂

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Do Bairro Gótico seguimos para a Sagrada Família. Agendamos um horário pela internet para pagar mais barato e valeu muito a pena entrar. Ficamos até fechar!

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Detalhe de uma das fachadas

Gaudí se inspirava na natureza, então dentro da Sagrada Família parece um bosque encantado! Dá para ficar horas observando cada detalhe.

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Dia 3

Achamos que seria uma caminhada tranquila até o Parque Güell, mas eu não contava com a ladeira que tinha no caminho!

Não sei se o dia nublado influenciou, mas não amei o parque. Talvez minhas expectativas estivessem muito altas.

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Como o parque fica no alto, a vista da cidade é muito bonita.

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No fim da tarde fomos para Montjuïc ver a fonte mágica!

Ela fica perto do Museu Nacional de Arte da Catalunha. Não entrei, mas fiquei com vontade. Esperamos na frente do museu até dar a hora do show e quando as luzes se acenderam descemos correndo para ficar mais perto.

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É lindo ver as cascatas do museu e as águas dançantes da fonte!

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Depois saímos para comer os famosos pintxos! Não tirei foto, mas é tipo um pãozinho com um acompanhamento em cima.

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O plano era fazer o clássico bate e volta para Montserrat, mas como o tempo estava péssimo, decidimos ir no muro de escalada do Chris Sharma.

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Depois almoçamos numa feira de food trucks no mercado Palo Alto (tinha umas roupas e coisas bem legais de produtores independentes, mas tudo caro) e de lá fomos para praia nos despedir de Barcelona. ❤

Faltou visitar muita coisa: o Bunkers, museus, bares, o Palau da música… Espero voltar logo! :))

OBS: A babi visitou Barcelona em 2015! Olha o registro dela aqui.
Também indico o post do blog Seat by the Window!

Fim de semana em Ilha Grande

Vou fazer uma pausa nos posts da Europa, já que estou devendo esse post sobre Ilha Grande (RJ) desde junho! Não levei câmera para a Ilha, então as fotos são do meu celular e do Miguel.

Para chegar em Ilha Grande (saindo do Rio de Janeiro) pegamos um ônibus da Costa Verde para Conceição de jacareí e depois um barco da Vila Nova Tour que demora uns 20 minutos para chegar em Abraão. Pagamos cada um 30 reais pra ir, e 30 pra voltar, mas esse valor é negociável. É bom levar um casaco pro barco, porque ele vai rápido e venta muito!

Horários dos barcos: 

Conceição de Jacareí x Abraão: 8h, 9h, 10h, 11h, 13h, 14h30, 16h30, 18h (sexta-feira tem um barco saindo às 21h também)

Abraão x Conceição de Jacareí: 8h30, 9h30, 10h30, 12h, 14, 16, 17h30, 18h30.

Em Conceição de Jacareí dá pra pegar a barca também, mas acho que ela só sai uma vez por dia. Sai mais barato, mas demora bem mais. Além disso, achamos arriscado chegar lá sem saber se teria outra barca caso nos atrasássemos heheh.

No primeiro dia o tempo estava esquisito, então descansamos no Air bnb, almoçamos um PF de peixe com feijão e ficamos caminhando por Abraão.

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Praia Preta

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Igreja no São Sebastião

No dia seguinte o tempo abriu e fomos fazer um passeio de escuna. Não queríamos de jeito nenhum barco open bar e demos sorte de pegar um bem vazio e tranquilo. 🙂

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No meio do passeio vimos golfinhos! Foi muito rápido e eu estava despreparada, então não consegui tirar fotos para registrar.

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A primeira parada do barco foi na Lagoa Azul. É ótimo para mergulhar e nadar com os peixinhos!

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Depois da Lagoa Azul paramos em Japariz para almoçar.

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A última parada foi em uma praia particular. Acho que é a Praia da feiticeira, mas não tenho certeza.ilha-grande-rj-viagem-blog-coamotta-9

Esse não é necessariamente o melhor passeio de barco mas, como não tínhamos muito tempo, escolhemos um que não durasse o dia inteiro (tínhamos que voltar no mesmo dia) e tivesse boas paradas.

O ideal é ficar mais do que apenas um final de semana. Com mais dias dá para visitar as praias mais distantes como Parnaioca e Lopes Mendes, fazer a trilha do Pico do papagaio, ir de bicicleta até o antigo presídio… não falta opção.

Pretendo voltar com mais tempo, e com uma câmera para tirar fotos melhores! hahah

Até!

 

Madrid – Espanha

Chegamos em Madrid num sábado à noite, absolutamente acabados depois de um dia de viagem. Pegamos o ônibus que sai do aeroporto e pára no centro da cidade, em Cibeles (custa 5 euros). Eu já tinha feito esse percurso antes (visitei Madrid por algumas horas em 2016 numa conexão de voo), então foi bem tranquilo encontrar o caminho.

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Gran Vía:

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Depois de largar as malas e ajeitar a cara, fomos jantar no 100 Montaditos perto da Plaza Jacinto Benavente. Pedimos cerveja com limão, mini sanduíches de 1 euro e huevos rotos (ovos fritos com batatas)! Como podem ver na foto abaixo, ficamos bem felizes hahaha. Na verdade, bati a foto no exato segundo em que o “pager” vibrou anunciando que nosso pedido estava pronto.

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No dia seguinte começamos a maratona mochilão:

Tomamos café na rua (impossível esquecer desse lugar porque tinha um pikachurros – um churros em formato de pikachu – horroroso), e de lá fomos para a Feira do Rastro. Eu amei muito! Tinha roupas, antiguidades, bolsas, acessórios, e o bairro é lindo! Comprei um macacão colorido e uma pulseira da amizade com a Ju (bem adultas), me diverti horrores. De lá passamos no restaurante mais antigo do mundo, seguindo pra Plaza Mayor e Palácio Real de Madrid.

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Na vitrine do restaurante tem uma miniatura de como é lá dentro:

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Plaza Mayor

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Plaza de Oriente

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Teatro Real

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Palácio Real

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Em Madrid existe uma opção de menu de fim de semana nos restaurantes: vem uma entrada, o prato principal e uma sobremesa. Almoçamos lá perto do palácio, mas não achei a comida nada demais.

Compramos o chip da vodafone (dava pra usar nos outros países que iríamos visitar) na Puerta del Sol e andamos até a Plaza de España.

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Nessa praça está o marco zero de Madrid

Plaza de España

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Felizes porém acabados de tanto andar:

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As placas das ruas de Madrid são uma gracinha! Elas sempre têm uma ilustração combinando com o nome.

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Na manhã seguinte fomos visitar Toledo, mas vou deixar para explicar tudo num post separado.

Depois que voltamos do passeio ainda fomos visitar o Templo Debod, um monumento que foi um presente dos egípcios. Eu já não estava animada pra conhecer e, como ele estava sem água, ficou mais sem graça ainda. A Europa entra em obras em agosto, então vários lugares perdem sem seu charme habitual. Mas o lugar em si (Parque del Oeste) é bonito e tem uma vista linda. Aconselham visitar esse templo ao pôr do sol, e realmente fica show.

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O Palácio Real fica bem perto:

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Catedral de Santa Maria a Real de Almudena (em frente ao Palácio Real):

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Depois ainda fomos no El Corte Inglés!

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No dia seguinte eu e Miguel alugamos uma bicicleta para ir visitar o Parque do Retiro. Valeu a pena alugar a bicicleta porque o parque é bem grande, e a bike deixa o passeio mais divertido!

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Deu pra dar uma volta, ver o Palácio de Cristal, a exposição do lado (nessa foto abaixo) e o lago dos barquinhos. Almoçamos uma tortilla bem mais ou menos (era barata, né) e um tinto de verano (vinho tinto com refrigerante de soda) bem gostoso.

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De tarde fomos em alguns bares procurar comida (a cozinha fecha em certo horário) e passamos na frente do Museu Reina Sofía e no Museu do Prado. Como os museus fecham na terça-feira, vimos só por fora mesmo.

Museu Reina Sofia

Museu do Prado

No dia seguinte saímos cedo para pegar o primeiro trem para Barcelona.

Eu ainda não aprendi a fazer post curtinho, né? hahah Até o nosso próximo destino!

Zugspitze – O topo da Alemanha

Em agosto fiz um mochilão e esse na verdade foi o último destino da viagem, mas como estou empolgadíssima para falar sobre esse lugar, vai ter post antes dos outros!

A montanha Zugspitze fica nos alpes da Bavária, e dá pra fazer um bate e volta direto de Munique. Ficamos divididos entre visitar o castelo Neuschwanstein e o topo dessa montanha, que é a mais alta da Alemanha. No fim, optamos pelo segundo.

Fiquei apaixonada pela região Garmisch-Partenkirchen, lugar por onde acessamos o Zugspitze. Minha nova viagem dos sonhos é ficar hospedada no extremo sul da Alemanha, vendo as casinhas, os lagos, visitar o Neuschwanstein e aproveitar a comida da região, que é incrível!

Confesso que estava meio preocupada com o trajeto de Munique. Vi algumas dicas na internet, mas como o novo teleférico é muito recente, fiquei na dúvida se teria alguma diferença. Acabou que foi bem fácil: Pedimos informação na estação de trem, e lá mesmo compramos o pacote combinado do trem pra Garmisch-Partenkirchen e todo o trajeto até o topo da Montanha (ida e volta). O total foi por volta de 65 euros por pessoa.

A viagem de trem durou pouco mais de uma hora. Saltamos na estação Garmisch-Partenkirchen e seguimos as indicações até outro trem. Não tem como errar, já que é muito bem sinalizado. Trocamos o nosso voucher pelos tickets do Zugspitze (foto abaixo), e de lá fomos até o alto – passando por dentro da montanha – para pegar o teleférico até o pico.

É possível saltar antes na estação Eibsee, e pegar o teleférico que sai lá de baixo. Mas, como chegamos tarde, decidimos deixar o lago Eibsee para a volta.

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Pegamos o ticket e fomos até trem para subir o Zugspitze

Chegamos de trem cremalheira em uma parte aberta (frio!) com uma vista linda! Acho que gostei até mais do que o topo, na verdade, já que tem contato direto com a montanha.

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Essa parte costuma ficar coberta de neve mas, como fomos no verão, só vimos uns montinhos aqui e ali. A vantagem de ir nessa época do ano é que as chances de conseguir enxergar a vista são maiores! Por outro lado, no inverno é possível esquiar.

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Uma capelinha no meio da montanha

De lá pegamos o teleférico e chegamos no topo da Alemanha!

Teleférico Zuspitze

Lá em cima tem uns 3 andares e vários caminhos dando em diferentes lados da montanha (fechados e abertos). Confesso que fiquei meio zonza com tanto sobe e desce, vai pra lá – vai pra cá. Acho que eu estava numa ansiedade de ver tudo logo que também não ajudou. Por isso minha dica é: chegue cedo e faça as coisas com calma.

Tem vários restaurantes lá em cima, então dá pra sentar e relaxar. Aliás, na parte da “varanda” do restaurante, as pessoas dão comida para os corvos, que já fazem fila!

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Para quem quiser ter um pouco mais de contato com a montanha, dá pra subir numa parte aberta. Eu não subi (porque além de não estar com sapato adequado não estava afim de emoção) mas o Miguel subiu, e aproveitei para tirar algumas fotos dele.

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Montinho de neve e a montanha atrás

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A gente passa nervoso com o mozão aventureiro mas não perde a oportunidade de tirar fotos legais hahah 😀

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Eu tirei UM ZILHÃO de fotos e mesmo assim não vou conseguir mostrar tudo. Queria ter até tirado menos fotos hahaha acho que exagerei…

Como eu disse, os mirantes da montanha têm vários andares e acessos. Inclusive, um dos lados é do Tirol:

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Bem-vindos ao Tirol

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Mais fotos:

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Adorei esses posters que estavam em um dos restaurantes:

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Descemos no último teleférico (por volta das 17h e pouco) e fomos correndo ver o Eibsee. Bateu um forte arrependimento de não ter chegado mais cedo e levado toalha para nadar. Vai ter que ficar para a próxima. 🙂

Teleferico Zugspitze

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Eu já desconfiava que tinhamos perdido o último trem que levava de volta para estação de Garmisch-Partenkirchen, mas quis olhar o lago mesmo assim. Acabou que realmente perdemos o trem, mas era possível pegar o ônibus com o mesmo ticket. Gott sei Dank!

Pegamos o ônibus, chegamos felizes (mentira que eu tava bem tensa) e fomos procurar um lugar pra comer. No fim valeu a pena atrasar, já que a comida do restaurante que escolhemos foi a melhor da viagem!!

Finalmente consegui provar o famoso Käsespätzel, e o prato (alguma parte do porco com Kartoffelknödel) do Miguel também estava delicioso. ❤

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Conseguimos voltar pra Munique e deu tudo certo! Demos muita sorte de conseguir subir a montanha em um dia de céu limpo. Havia algumas nuvens lá em cima, mas não atrapalhou muito pois com o vento elas ficavam mudando de posição toda hora.

Li por aí que a montanha Wankberg também é uma ótima opção, e tem vista para o Zugspitze! Outra que não deixa nada a desejar (essa eu fui!!) é a Kehlstein. Inclusive, já tem até post aqui no blog. 😀

Em breve teremos mais posts de viagem! Fiquem ligados. 🙂

Fim de semana em Natal – RN

O tempo passa tão rápido que eu mal pisquei e já se passaram 2 meses sem postar!

Bem, vamos tirar o atraso. 🙂 Sexta passada fui pra Natal passar o fim de semana. Como eu fui ficar no Resort Wish não priorizei os passeios, mas no sábado fiz o famoso passeio de buggy pelas praias. Eu já tinha ido nas dunas de Genipabu em 2009, mas não lembrava muito, então valeu ir de novo. Além de que o passeio em si foi diferente do que eu fiz na última vez.

Aliás,  como venta nessa cidade! O tempo variou de chuva, nublado, sol, umas quatro vezes no dia. Mas já foi o suficiente pro sol queimar!

Vamos por partes. Começando pelo resort super legal:

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Vista do quarto

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Como cheguei na hora do almoço deu pra aproveitar um pouquinho. De noite jantei no hotel mesmo, e estava tudo muito gostoso.

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Ali atrás é o restaurante, mas no inverno ele fecha mais cedo

Na manhã de sábado fui fazer o passeio de buggy. Custa 110 reais por pessoa, saindo 8h30 da manhã e buscando no hotel. Cheguei de volta no hotel às 15h. Tinha opção de fazer passeio de barco, ir pra Praia da Pipa, mas preferi o buggy.

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Dunas de Genipabu

Não tirei muitas fotos nas dunas e no percurso porque o buggy é bem intenso e eu estava focada em não ser arremessada pra fora do carro hahah eles fazem umas manobras bem doidas e é preciso segurar firme. Ou seja, nada de fotos.

Uma parte do trajeto é bem engraçada. Temos que sair do carro para atravessar numa barquinha. Não sei se esse é o único caminho, mas deve ser mais pela diversão mesmo hahaha.

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Um das paradas é o Bar da Lagoa.

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Bar da Lagoa (tem várias mesinhas, e até rede e pedalinho)

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Côco amarelo!

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Lixeira de caju

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Nessa parada podia fazer skibunda, mas ninguém do meu carro quis, então só aproveitei pra fotografar mesmo

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Tirei essa foto para mostrar os grãos de areia voando com o vento

Aliás, falando em vento, durante o percurso vimos algumas casas no litoral que foram encobertas pela areia.

Lá pro final do passeio tem a tirolesa que chamam de “aerobunda”. Eu adoro uma tirolesa e não resisti hahah foi bem legal!

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O resultado dessa foto eu postei no meu instagram 🙂

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Voltamos num stand up paddle bem raíz

Eles tiram essas fotos lá mesmo. Influenciável que sou, comprei.

Nessa parada do aerobunda também comi um espetinho de lagostim maravilhoso e provei o suco de cajá. Que coisa maravilhosa. ❤

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A última parada é no Restaurante Alho e Oleo (se não me engano). O buffet é 50 e poucos reais, mas tem várias opções no cardápio. Eu só pedi uma porção de macaxeira porque achei tudo muito caro.

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De noite fui jantar no restaurante Camarões Potiguar. Fiquei 1 hora na fila de espera porque era sábado e férias, mas valeu a pena. Tinha muuuitas opções, e a comida estava ótima. Pedi mais suco de cajá porque fiquei viciada!

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Prato Flor de Sal

No domingo antes de ir embora o tempo abriu (depois das fotos) e deu pra me despedir de Natal com estilo!

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Do hotel podemos ver o Morro do Careca

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Nessa foto dá para ver um pouco melhor. Tem um passeio saindo de barco do Morro do Careca para a Praia da Tartaruga, mas eu não fiz

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Dá para descer do hotel e caminhar na praia, mas a correnteza é forte e não recomendam mergulhar. Achei a espuminha da praia muito fofinha. Pareceu ser mais densa que a do Rio de Janeiro.

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Foi só um fim de semana, mas voltei descansada como se tivesse sido um mês. Já estou com saudade!

O post ficou do jeito que eu gosto, com várias fotos. Até logo! 🙂